PROIFES condena avanço da privatização e da mercantilização da educação básica no país

O anúncio esta semana da compra do controle da Somos Educação, da Tarpon Gestora de Recursos, pela Kroton Educacional, líder no setor de educação superior privada no Brasil, deve servir de alerta a todos que lutam por uma educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada. Esta é a avaliação do PROIFES-Federação, que vê com preocupação o avanço da privatização e da mercantilização da educação básica no país.

A Federação entende que a privatização não alcança a universalidade que os direitos sociais necessitam e defende que a melhor maneira do Estado assegurar o direito à educação é por meio de políticas públicas.

Ao promover uma transformação de direitos sociais, o mercado financeiro e do capital inverte a lógica da cidadania, que vê o homem como portador de direitos, e o transforma em cliente de serviços no campo da educação, sendo incapaz de gerar a igualdade prevista na Declaração Universal de Direitos Humanos da ONU, aprovada em 1948, e expressa na Constituição brasileira de 1988.

Contrário à essa política de privatização em curso no Brasil, o PROIFES-Federação faz um chamamento às entidades educacionais que defendem a educação pública e de qualidade como direito a oferecerem resposta direta à ações privatistas em todos os níveis, federal, estaduais e municipais.

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