Dia Nacional de Paralisação mobiliza docentes contra retrocessos

Ontem (22) foi Dia Nacional de Paralisação, convocado pelas Centrais Sindicais contra o governo Temer e suas medidas de retrocessos e retirada de direitos. Em Assembleia Geral, os professores e professoras da UFBA decidiram aderir ao movimento, organizando e participando de diversas atividades ao longo do dia. Pela manhã, houve café da manhã e panfletagem em Ondina e o lançamento do Comitê ISC em defesa da Democracia; à tarde, os/as docentes seguiram para o grande ato do Campo Grande à Praça Castro Alves, organizado pelas Centrais e pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. O ato, que teve participação da presidenta eleita Dilma Rousseff, reuniu cerca de 80 mil pessoas, que protestaram contra a PEC 241 (congelamento de investimentos públicos por 20 anos), o PLP 257 (exige contrapartidas ajuste fiscal nos estados), a “Lei da Mordaça” ou “Escola Sem Partido (conjunto de projetos que criminalizam a atividade docente), Reforma da Previdência (cujo projeto aponta para um aumento da idade mínima e desvinculação do reajuste da aposentadoria da inflação), Reforma Trabalhista (medidas para flexibilizar a CLT), privatizações e ameaças à educação e saúde públicas.

Além da Apub, outros sindicatos de docentes tiveram atos e atividades em seus estados. Em Goiás, docentes da participaram da paralisação e de ato junto com outras categorias de servidores. O mesmo ocorreu no Rio Grande do Norte, onde a ADURN organizou um ato político e cultural na UFRN. No Ceará, a ADUFC convocou Assembleia Geral Extraordinária, debates e palestras; a Assembleia, inclusive, deliberou por nova paralisação no dia 29 de setembro. O SINDUFMA esteve em ato no Maranhão e o SINDIEDUTEC, do Paraná, promoveu roda de conversa com docentes e estudantes e também participou de manifestação com demais categorias.

Veja fotos do ato em Salvador:

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