Apub participa da Marcha das Margaridas e da I Marcha da Mulheres Indígenas em Brasília

Na última terça-feira, 13, a professora Celi Taffarel, viajou a Brasília (DF) para representar a Apub Sindicato em dois importantes movimentos de resistência e oposição ao governo vigente. O primeiro deles foi a Primeira Marcha das Mulheres Indígenas do país, iniciativa que teve como lema central “Território: nosso corpo, nosso espírito” e reuniu cerca de 3 mil pessoas, além de mulheres de 113 povos oriundos diversos estados.

Ao longo da marcha, críticas contra o governo Bolsonaro se fizeram constantemente presentes nos gritos, cartazes, e apresentações culturais que compuseram o ato. Vale lembrar que o atual presidente é contra a demarcação de terras indígenas e em janeiro deste ano chegou a editar a MP 870 com o intuito de colocar o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento como o responsável pela administração da Funai (Fundação Nacional do Índio) e, consequentemente, dificultar as demarcações até extingui-las.

Na ocasião, a professora Celi Taffarel conversou com diversas mulheres indígenas e lhes apresentou o Jornal da Apub, as principais pautas e objetivos do sindicato no momento atual (defesa da educação e da aposentadoria) e o porque da instituição ser contra o projeto Future-se, principal assunto da última edição do jornal.

Já no dia 14, quarta-feira, Celi representou a Apub na Marcha das Margaridas, a maior mobilização de trabalhadores rurais da América Latina, cujo apoio do sindicato foi aprovado na assembleia geral do dia 7 de Agosto. O ato contou com a participação de 100 mil mulheres e reforçou a necessidade da garantia de diversos direitos como saúde, educação pública, previdência e combate a violência contra a mulher. Celi avaliou a participação e apoio a marcha como uma iniciativa positiva que agregou novas forças para o enfrentamento e resistência aos tempos atuais.  

“A pauta é justa e apresentou 5 eixos. Dentre eles, a luta pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, contra todas as formas de violência, em defesa da terra, águas e florestas. A defesa da democracia unificou mais de 75 entidades e organismos de luta da classe trabalhadora em movimento. Erro político é não apoiar um movimento que reuniu mulheres do Norte ao Sul de várias procedências culturais, étnicas, políticas.”, afirmou.

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